Ultimamente ando assistindo bastante filmes, tornando-se alguns deles meus favoritos. Infelizmente eu não sou muito boa em fazer um post especifico pra cada filme, então decidi reunir em um post só os dez últimos filmes que assisti, sendo bons ou ruins, right right right?
Eu realmente não tenho palavras pra falar em como esse filme é tocante, emocionante e tudo "ante". A forma que o filme retrata um assunto tão real com simplicidade e delicadeza é magnifico. Ainda não imagino outra atriz fazendo a Laure. É realmente bastante encantador, demorei pra caramba pra achar o download, mas achei, assisti e adorei.
""Tomboy" é a denominação dada para meninas que gostam de agir como meninos.
No filme da diretora Céline Sciamma (Lírios D’Água), Laure é uma
menina de dez anos, que muda de casa constantemente, em decorrência do
trabalho do pai.
Ao ir para uma nova residência ainda nas férias, ela faz amizade com uma grande turma de garotos da vizinhança, mas se apresenta como Mikael.
Isso faz com que ela se aproxime de Lisa, a única menina do grupo.
Não demora até que Lisa caia em amores por Mikael, mas as férias estão
para acabar e Laure não sabe como fará para manter seu segredo."
Olha, olha, quanto tempo. Infelizmente não tenho uma explicação justa pra dar, só que estou em um colapso de falta de criatividade. Felizmente eu aproveitei o tempo disponível e vim postar sobre algo que não posto há um tempão e que acho que nem sei postar mais sobre: muódas.
O tempo frio já tomou conta de todo o país e sempre ocorre aquela vontade de usar roupas-mais-brasileiras, vulgo: shorts, vestidos e saias, aka perninhas de fora. Mas, ó, graças a Zeus temos coisinhas que nos ajudam na hora do "saudades do verão, mas é inverno".
...vestidos
Quem não gosta de ficar menininha vezenquando, hein?! Provavelmente, dos três itens que citarei aqui, esse é o que mais pode ser "invernal". Os vestidos de lã ou de um tecido mais forte, por exemplo, são glórias dos céus. Pra não ficar com as pernas de fora e sofrida com o frio, é só usar, abusar e usar mais uma vez as meias calças. Quem quer ficar ainda mais "natural", pode escolher as "sem cores".
Aproveitando a oportunidade, coloquei alguns looks mais adequados pra festas. Basicamente o combo seria: vestido + jaqueta + meia calça (caso você faça mesmo questão) + salto. A mesma coisa que você usaria no verão, mas mais aquecida.
...saias
Pra ser sincera, não tenho nem muito o que falar sobre, já que é bem parecida com o vestido. A diferença é que dessa vez você pode abusar mais do ursinho polar que existe em você, abusando das mangas compridas e casacos. Os casaquinhos de crochet e tricot são os meus favoritos, combinando os croppeds com uma saia mais alta ficaria bastante colossal, ainda mais se as peças escolhidas serem em tons claros.
Dá até pra aproveitar os dias nublados, sem muito frio, e deixar as pernocas de fora, mas sem esquecer do casaquinho.
...shorts
Eis o mais """complicado""", já que, shorts com meia calça, às vezes, é muito 2009 (Por que julgar tanto esse ano, hein?). Mas as gatas do Lookbook mostram o oposto disso:
Vale lembrar que não é sempre que está esse frio horrendo, dá até pra sair com short + botinhas + blusa + cardigan.
Prontinho, migx. Agora não tem porque ficar sofrida por ter que viver igual a um urso polar e só pensando naquelas peças que deixam perninhas de fora (mas que no inverno não ficam de fora assim, né). Vale ressaltar que devemos nos inspirar nos looks adequando ao nosso guarda-roupa e ambiente. Não vale sair com mil e um casacos por aí só porque viu alguma gringa no Lookbook. Muitas meninas das fotos do post moram em lugares que faz frio pra carambolas, então a dica é simples: Inspirar, e não copiar. Digo isso porque você pode sair de casa toda bonitinha, com várias sobreposições, mas chega em casa parecendo um camarão suado.
Antes de mais nada só queria dizer que ainda não pude postar porque estou sem internet no meu notebook, o que me complica um pouco pra postar. Enfim.
Tenho quase certeza que 99% dos quartos dos adolescentes, especialmente meninas, são considerados uma zona. Provavelmente isso já é meio que uma característica. Pra retratar esse fato, Maya Fuhr foi convidada pela Vice pra mostrar a realidade dos quartos das garotas, esse "projeto" ficou sendo chamado por Garbage Girls.
Agora vejam com atenção algumas fotos do projeto:
Suponho que cada uma de voces deve estar pensando que o próprio quarto é o céu, certo? Sim, porque até o meu, em vista dessas fotos, é considerado um também. Entretanto, fiquei bastante apaixonada por várias fotos do projeto. Quem quiser ver mais entre nesse link, além de mais fotos, há também pequenas entrevistas com as donas dos quartos.
Os meninos de Liverpool, assim como foram uma grande influência para a música, também tiveram o seu papel na moda. Foram várias mudanças ao decorrer dos anos e, como consequência, conquistaram cada vez mais o seu espaço, além de mais fãs.
Logo no início da banda podemos perceber uma influência mais "rock-rebeldix" em suas roupas. Geralmente usavam jaquetas de couro, calças pretas e botas.
Logo depois, Brian Epstein, empresário da banda, decidiu modificar o
"guarda-roupa" dos meninos. Querendo mudar o "ar rebelde" que eles tinham,
sugeriu algo mais "comportado" e alinhado. Com isso, vieram os
terninhos. Que podemos ver claramente em muuuitas fotos dos The Beatles.
Em meados de 65, o quarteto resolveu sair do padrão imposto pelo seu empresário. Logo depois de Rubber Soul,
não só a música da banda que mudou, mas também a maneira de se vestir.
Eles colocaram mais personalidade nas roupas que vestiam, e o que mais
contribuiu para isso foi a cultura oriental presente na vida e obra de
FabFour.
Com o tempo, o estilo geral da banda (Música, penteado, roupa...) foi
mudando, e, consequentemente, conquistando e influenciando mais fãs do mundo
inteiro. Na década de 60, o seu estilo era mais "calmo, inocente e
comportando", logo depois que os meninos apareceram com seu estilo terno
e gravata, meninos do mundo inteiro queriam imitá-los. Os seus cortes
de cabelo também foram uma grande influência, também conhecida como: A cabeleira de Liverpool.
Em 1967, a partir do album Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band, o
guarda-roupa dos meninos era cheio de cores, psicodelia e formas. Foi
uma mudança relativamente grande e, mais uma vez, influênciou tanto os seus fãs como
revolucionou o mundo da moda.
Naquela época, a moda teve uma grande contribuição dos Beatles. As batas
indiana, que também eram uma grande contribuição dos meninos, ganharam
seu espaço na moda. Eram consideradas peças modernas e inovadoras. Com
isso, junto com as músicas e roupas, a cultura indiana foi cada vez mais
se propagando no Ocidente. Até hoje, por exemplo, temos em mãos uma de suas contribuições para nosso guarda-roupa: As chelsea boots.
Pra finalizar, fiquem com uma das minhas músicas favoritas dos meus quatros favoritos:
"She was Lo, plain Lo in the morning. Standing four feet ten in one sock. She was Lola in slacks. She was Dolly at school. She was Dolores on the dotted line. But in my arms she was always… Lolita. Light of my life. Fire of my loins. My sin, my soul. Lo-lee-ta…" Para muitos, resquícios de pedofilia. Para outros, exploração da verdadeira beleza que o filme possue. Mas, na verdade, qual seria a verdadeira beleza do filme? Onde o vilão, na verdade, pode ser considerado a vítima?
Desde que conheço 'Lolita', considero-a uma história fascinante. Assisti a adaptação do Adrian Lyne recentemente (De 1997) e achei o trabalho sensacional. O início do filme, na verdade, não é exatamente o início. É consideravelmente "o final", onde Humbert, com todos os seus sentimentos pela Dolores Haze, diz a frase que está logo no início do post. Em seguida, o filme volta ao "normal", o que nos permite descobrir aos poucos como começou a história entre o professor Humbert e a ninfeta Lolita.
A versão do Kubrick (De 1962) driblou as censuras da época e foi possível conotações sexuais de forma sutil. Porém, em 1997, Adrian também realizou a sua versão. As cenas de sexo não eram sutis como na versão de Kubrick, eram bem mais explícitas, fazendo com que o filme ganhe uma atmosférica mais poética. Uma outra coisa que podemos perceber é que o roteiro é mais original seguindo de forma mais fiel o romance.
No livro, Dolores tem 12 anos, já no filme ela tem 14 anos. E isso foi meio que um "catalisador" para Humbert ao encontrá-la, já que, também aos 14 anos, ele teve uma paixão sem limites, onde fez com que feridas abrissem seu coração. Ao primeiro momento que o professor a encontra podemos perceber a expressividade dos sentimentos através dos seus olhos, de uma forma que você 'entra' no personagem. Foi algo bem real e que o Jeremy Irons realmente interpretou bem.
Lolita meio que quebra o estereótipo de "14 anos, criança, inocente e pura". Podemos perceber que ela já é bastante desenvolvida sexualmente e com vários interesses que a diferem das "verdadeiras" crianças. Logo no início, ao perceber que ele já estava loucamente apaixonado por ela, percebemos a troca de olhares entre eles, os toques, os sentimentos que ficavam no ar. Em outras palavras: Dolores Haze, aos 14 anos, usou todas as armas que uma mulher usaria pra seduzir um homem.
Aí entramos na questão: Esse homem, na verdade, é um pedófilo, um vilão e que só quer se aproveitar de uma criança. Será? Olhando superficialmente a história, sim, pensamos isso. Mas, ao assistir o filme, talvez, trocamos os papéis de quem é o Batman e quem é o Coringa. Desde o início percebemos que Dolores usava de todas as formas tentar seduzí-lo. Talvez isso seja pelo fato de ser carente afetivamente e emocionalmente, logo ela vê Humbert como seu porto seguro. Entretanto, muitas das atitudes dela faz com que, principalmente se você "entra" no personagem, se machuque. Ao ler o livro você nem a imagina tão "perversa". Como por exemplo, quando ela conta a Humbert de algumas "brincadeirinhas" que já fazia. Tão inocente e tão perversa, ao mesmo tempo.
Humbert, extremamente apaixonado, se entrega a Lolita. E, ao meu ver, isso fez com que ela o tratasse feito animal, capacho e pau-mandado. A quantidade de "I'm sorry" que ela diz a ele é incontável, mas, mesmo assim, ele continua lá, amando-a e colocando-a sempre em primeiro plano. Dolores o destroi, possivelmente aumenta a sua ferida em relação a garota que amou na adolescência, porém ele ainda a ama. As atitudes dela, durante o filme, são totalmente repugnantes e cruéis com o homem que realmente a ama.
O que mais me machucou (Sim, como eu disse, "entro no personagem"), foi o fato dela ter fugido, engravidado de outro e, mesmo assim, ligar para Humbert que, até então estava desesperado, pedindo dinheiro. Isso, com toda certeza, fez com que eu tomasse ódio dela. Foi totalmente desumano. Porém, mesmo assim, Humbert vai lá e ainda tenta mudar a opinião de Lo para que ela volte com ele. Por óbvio julgando pelas suas atitudes ao decorrer do filme, ela não voltou. Poderia contar o que acontece logo em seguida, porém acho que há alguém que não assistiu o filme ainda, então prefiro não dar mais spoilers...
O filme (Pelo ou menos o de 1997) é delicado, doce e um tanto quanto poético (mesmo a Lolita sendo uma completa filha da puta) - E essa foi a melhor definição que encontrei e que antes já tinha visto em outro local. Quem tiver a oportunidade de assistir, assista. Realmente é maravilhoso, não imagino outras pessoas além de Dominique Swain e Jeremy Irons fazendo os papéis. Foi a melhor escolha que o Adrian fez.
A frase do título é do autor e roteirista de cinema Rubem Fonseca.
Assim como com os brechós, há um certo preconceito em relação aos sebos. Diga-se de passagem, muitos já pensam: "Ah, são coisas antigas e que não prestam." Não é bem assim, meu caro. A ideia de um sebo é disponibilizar amplamente títulos e autores que nós não costumamos encontrar nas livrarias mais tradicionais. São MUITOS, muitos títulos que já encontrei em sebos e não na internet (Que é onde eu costumo comprar livros).
Sempre que penso em sebos passa-se meio que uma fantasia na minha cabeça. Meio que uma rua estreia que lembra bastante a Europa, sabe? Com muitas flores, um sebo todo todo organizado e com uma cafeteria dentro. Lá, pessoas fumando e bebendo café enquanto escolhem/folheam os livros.
Os sebos se tornam importante porque podemos encontrar tanto livros mais antigos, os clássicos e até os que procuramos nas demais livrarias e não encontramos. São livros que já te falaram porém dificilmente você encontra, livros de autores clássicos, escritos antigos e muito mais. O melhor disso tudo são os preços. Pelo menos ao que eu fui, os livros custavam bem pouco, sendo que eram praticamente novos. Infelizmente onde eu moro não tem, logo só posso ir em algum quando viajo. Sei que na Argentina possui sebos que são considerados o paraíso, em Curitiba possue alguns também, onde você encontra até vinis.
Eu sou a favor de checar antes os preços em sites como Submarino, Saraiva, Americanas etc, já que sempre acontece promoções maravilhosas (Já comprei vários livros por 9 reais cada, acreditam?). Já no sebos eu indico procurar mais livros clássicos, de religião (Sou louca pra encontrar um que fale sobre religiões esotéricas), sociologia, filosofia etc. O que vale e o que é bom mesmo é encontrar livros que você nem imaginava nas pilhas.
Bom, alguns dos meus livros eu comprei em sebos (Os que vocês podem ver logo acima). O que eu mais costumo procurar quando vou a algum são livros de filosofia, assim como obras de Nietzsche e Kant. Drácula, Pollyanna e Pollyanna Moça foram os primeiros livros que compei em sebo. Esses três livros sobre a origem das espécies de Darwin são os meus xodós. Ainda não os li, porém são livros que vão me ajudar bastante daqui um tempo. Os três livros de Nietzsche são os meus outros xodós. Esse "Nietzsche - O Livro do Filósofo" foi o primeiro que comprei, lá possue algumas citações do meu filósofo favorito. E, é claro: Lolita. Sou tão apaixonada por esse livros que vocês nem sabe o quanto. Enfim, agora digo a vocês que nenhum desses livros é velho/com morfo/o que seja, são relativamente novos para mim, já que comprei todos com aqueles plásticos.Eu não lembro o preço de cada um, mas, acreditem, Lolita não custou mais que 30 reais, se não me engano.
Muitos
dizem que os sebos ameaçam a venda de livros feitas pela
internet/livrarias comuns. Mesmo não concordando, gostaria de saber o que
vocês acham sobra tal afirmação e se costumam visitar/comprar em algum.
"I hate it here. I hate everyone. All their bourgeois designer bullshit, the east coast was much cooler. At least we had weather"
Vocês vão me achar um pouco nonsense por fazer um post sobre um personagem? É porque assim, eu realmente me apego a personagens e pesquiso MESMO sobre cada um. A quantidade de paixões platônicas que tive graças a personagens é algo que nem gosto de falar. De qualquer forma, quis fazer um post sobre uma das personagens que mais me identifico e que gosto: Violet Harmon, de American Horror Story.
Violet é a filha de um casal (Ben e Vivien) que acabam de se mudar pra Murder House (Uma casa mal assombrada onde quem morre lá permananecerá - O fantasma da pessoa - pra sempre) após alguns acontecimentos entre elas. Ele é muito bonita, inteligente e possue um pouco de sarcasmo temperamental. Podemos perceber que é bastante corajosa, tanto que a sua mãe diz que ela é "destemida". Entretanto, no episódio "Piggy Piggy" a Violet se deixa levar pelo medo graças aos fantasmas da casa, e isso faz com que ela tome vários comprimidos e morre (Porém ela não sabe que morreu nem sua família, somente o Tate). Ao se mudar pra Murder House, Violet conhece o Tate (oi, amorzinho), logo começam a ter um sentimento recíproco.
Na maioria dos episódios percebemos que ela é bastante solitária e não costuma se encaixar na sociedade. Tanto que, as suas companhias acabam sendo os livros e as músicas. Em algumas vezes ela tem o Tate, também. Talvez a solidão a transforme em alguém deprimida, onde a sua única forma de lidar com isso seja se cortando com navalha. No primeiro dia de aula, por exemplo, a Violet meio que sofreu bullying de algumas meninas que já estudavam lá, mas isso é spoiler e deixa vocês assistirem antes.
O estilo da Violet é composto por vestidos longos, casacos e chapéus. Tem cabelos longos loiros que ela costuma deixá-lo bastante liso e repartido ao meio. Prepara-se para ver cenas onde ela está no quarto escutando músicas e, consequentemente, você ficar com vontade de está assim também (Aliás, podemos perceber que ela também gosta do Morrissey).
Tem algumas frases da Violet que eu adoro, tais como:
- "You're a cheater! Young girls, old ladies with feather dusters?! You're
so weird and pathetic I'm surprised you haven't gone after me." - "I'm not gonna off myself. So you can go back to your policy of benign neglect." - "Wanna listen to Morrissey? He's cool. And he's pissy, and he hates everyone and everything." - "And the worst part is that six months earlier my mom had, like, this
brutal miscarriage. The baby was seven months old, we had to have this
macabre funeral... Have you ever seen a baby coffin?" - "It's not Utube with a U. It's Youtube. Y-o-u." - "I used to think you were like me. You were attracted to the darkness. But,Tate you are the darkness." - "The darkness. It has me." - "Both of you kind of make me want to kill myself." - "It's been insane here. First the cops were outside and some freak started banging on the door screaming about money."
Gosto tanto da Violet que acho que esse é um dos motivos que mais me faz identificar com ela. Se vocês acharam o post nonsense, me perdoem. Porém, como sempre assisto séries "novas", vou acabar me identificando/me apaixonando por personagens novos, logo tentarei fazer alguns post. Anyway, gostaria de saber quem também se identifica/gosta da nossa querida Violeta Raio de Sol.
“Some people never go crazy. What truly horrible lives they must lead.”
Logo que conheci um pouco mais sobre o tão famoso
velho safado (a.k.a Bukowski), o próprio se tornou um dos meus
escritores favoritos. Sei que muitos podem dizer "ah, isso é modinha e
blá blá blá", mas não, não é. Acredito que, quando você conhece algo e
passa a admirá-lo (O que aconteceu com o Bukowski), não significa que
você está seguindo as tais modinhas e, sim que, você está meio que
ampliando os seus gostos. O que eu realmente acho bacana.
Bukowski foi um poeta, contista e romancista que nasceu na Alemanha. Suas obras são
caracterizadas (inicialmente) como obscenas e estilo totalmente
coloquial, coloquial, com descrições de trabalhos braçais, porres e
relacionamentos baratos. Seus livros fazem o tipo no qual as pessoas conseguem se identificar. Ainda não tive o privilégio de ler todas as suas obras, ou nem ao menos as principais, somente "Mulheres", que comecei a ler recentemente. Preciso falar o quão maravilhoso esse livro é? Realmente achei que a essência "bukowskiana" é o que mais prevalece no livro, porém, como sempre dizem, quem não leu Misto Quente não leu Bukowski, logo essa é a minha próxima vontade. Entretanto, leio sempre algumas de suas citações e sempre acabo me identificando.
MULHERES: "Publicado em 1978, descreve a vida deste “alcoólico - Henry Chinaski que é um escritor cinquentão - que se
tornou escritor para poder ficar na cama até ao meio-dia”: as
bebedeiras, as ressacas permanentes, os vómitos, as corridas de cavalo,
as leituras nas universidades, as festas, as cartas de admiradoras, as
esperas no aeroporto, os encontros sexuais, os dias seguintes, as
rupturas, as reconciliações. Mais cerveja, mais sexo, mais mulheres."
"Eu conhecia uma porção de mulheres. Pra que sempre mais mulheres? O que eu estava tentando fazer? Era excitante um caso novo, mas também dava um trabalhão. O primeiro beijo e a primeira trepada tinham uma certa dramaticidade. As pessoas são interessantes no início. Aos poucos, porém, todos os defeitos e louradas botam as manguinha de fora, é inevitável. Começo a significar cada vez menospras pessoas, e elas pra mim."
MISTO QUENTE: "O que pode ser pior do que crescer nos Estados Unidos da recessão
pós-1929? Ser pobre, de origem alemã, ter muitas espinhas, um pai
autoritário beirando a psicopatia, uma mãe passiva e ignorante, nenhuma
namorada e, pela frente, apenas a perspectiva de servir de mão-de-obra
barata em um mundo cada vez menos propício às pessoas sensíveis e
problemáticas. Esta é a história de Henry Chinaski, o protagonista deste
romance que é sem dúvida uma das obras mais comoventes e mais lidas de
Charles Bukowski (1920-1994)."
"Eu não tinha interesses. Eu não tinha interesses por nada. Não fazia a
mínima ideia de como iria escapar. Os outros, ao menos, tinham algum
gosto pela vida. Pareciam entender algo queme era inacessível. Talvez eu
fosse retardado. Era possível. Frequentemente me sentia inferior.
Queria apenas encontrar um jeito de me afastar de todo mundo. Mas não
havia lugar para ir. Suicídio? Jesus Cristo, apenas mais trabalho.
Sentia que o ideal era poder dormir por uns cinco anos, mas isso eles
não permitiriam."
PULP:
"Eis um Bukowski puro-sangue. Legítimo. Concluído alguns meses antes de sua morte, em março de 1994, aos 73 anos.
Não há como sair incólume desta história. A saga de Nick Belane poderia
até ser igual a de tantos outros detetives de se gunda categoria que
perambulam pelas largas ruas de Los Angeles. Mas aqui, mulheres
inacreditáveis cruzam pernas compridas e falam aos sussurros,
principalmente uma que atende pelo nome de Dona Morte. Como nos velhos
livros policiais de papel vagabundo, subliteratura pura, a quem Charles
Bukowski dedica solenemente Pulp."
"-(…). Eu sou boa. -Em quê? Sabe estenografia? -Não, mas faço coisas pequenas ficarem grandes -Como? -Você sabe! -Não, não sei. -Imagine. -Balões? -Você é engraçado. -Já me disseram."
FACTÓTUM:
"Em Factótum, segundo romance de Charles Bukowski, publicado em 1975,
encontramos mais uma vez Henry Chinaski, alter ego do autor,
protagonista de vários dos seus livros e um dos mais célebres
anti-heróis da literatura americana. Durante a Segunda Guerra Mundial, o
loser Henry (que reaparece mais tarde em Misto-quente) é considerado
"inapto para o serviço militar" e não consegue entrar para o exército.
Assim, enquanto os Estados Unidos se unem em torno da guerra e os homens
alistados são vistos como heróis, Chinaski, sem emprego, sem profissão
nem perspectiva, cruza o país, arranjando bicos e trampos, fazendo de
tudo um pouco – daí o nome do livro –, na tentativa de subsistir com
empregos que não se interponham entre ele e seu grande amor: escrever."
"Quando voltei para Los Angeles, encontrei um hotel barato nas imediações
da Hoover Street e fiquei na cama e bebi. Bebi por algum tempo, três ou
quatro dias. Não conseguia achar disposição para ler os classificados. A
ideia de me sentar diante de um homem e sua mesa e lhe dizer que eu
queria um trabalho, que eu tinha as qualificações necessárias, era
demais para mim. Francamente, eu estava horrorizado diante da vida, o
que um homem precisava fazer para comer, dormir, manter-se vestido.
Então fiquei na cama enchendo a cara. Quando você bebia, o mundo
continuava lá fora, mas por um momento era como se ele não o trouxesse
preso pela garganta."
CARTAS NA RUA: "Em Cartas na Rua - primeira novela publicada de Charles Bukowski - um
beberrão simpático, cheio de ceticismo, nostalgia e humor passeia pela
monotonia burocrática dos correios e nos mostra a América com a visão de
um anti-guru."
NOTAS DE UM VELHO SAFADO: "Em Notas de um velho safado, a América tem uma cara de 50 anos, corpo de
18 e desfila de calcinha rosa claro e salto alto na madrugada corrosiva
de Los Angeles. A América é um sapatão furioso com uma garra metálica
no lugar da mão esquerda e não quer saber de transar com o Velho Safado.
A América é uma deusa milionária com a qual ele se casa e da qual
amargamente se separa. A América é uma prostituta, 150 quilos, um metro e
meio de altura, que peida, uiva e destroça a cama quando goza. A
América é também estudantes e revolucionários proferindo discursos
inflamados em parques ensolarados de São Francisco no final da década de
60. A América é Neal Cassady dirigindo alucinadamente pelas ruas de Los
Angeles, pouco tempo antes de morrer de overdose sobre os trilhos de
uma ferrovia mexicana. A América é Jack Kerouac e Bukowski poetando na
Veneza californiana."
"Alguns homens anseiam pela revolução, mas quando você se revolta e
constitui seu novo governo você descobre que o seu novo governo é ainda o
velho papai de sempre, tendo colocado apenas uma nova máscara de
papelão."
DELÍRIOS COTIDIANOS: "Com um tom marcadamente autobiográfico, Dois bêbados , Kid Foguete no
matadouro , Os assassinos , A puta de 135 quilos , Mamãe bunduda ,
Henry Beckett , N. York, 95 cents ao dia e Um trabalho em New Orleans
são histórias cruas, que falam de sexo, desemprego e bebedeiras, ao
melhor estilo do autor de Misto-quente. Esses oito contos ilustrados
foram publicados na década de 1980 em dois volumes na Coleção Quadrinhos
L&PM e agora retornam às livrarias para o deleite dos fãs de
Bukowski e de HQs."
NUMA FRIA: "Numa fria é Bukowski puro: uma preciosa coletânea de contos, gênero ao qual ele se dedicou mais intensamente."
"Estou feliz por ser um idiota. Estou feliz por não saber nada. Estou
feliz por não ter sido assassinado. Quando olho para as minhas mãos e
elas ainda estão nos pulsos, penso comigo mesmo: sou um cara de sorte."
A MULHER MAIS LINDA DA CIDADE: "Uma coletânea de sete contos originalmente publicados em "Crônicas de um
Amor Louco" e "Fabulário Geral do Delírio Cotidiano". O poeta dos becos
imundos, dos perdedores e dos excluídos. O estranho lirismo das
sarjetas, chocando e comovendo. Um realismo implacável misturado com o
delírio dos bêbados. Horrível e belo, este é Bukowski, o poeta da
loucura."
"Das 5 irmãs, Cass era a mais moça e a mais bela. E a mais linda mulher
da cidade. Mestiça de índia, de corpo flexível, estranho, sinuoso que
nem cobra e fogoso como os olhos: fogaréu vivo ambulante. Os cabelos
pretos, longos e sedosos, ondulavam ao andar. Sempre muito animada ou
então deprimida, com Cass não havia esse negócio de meio termo. Segundo
alguns, era louca. Opinião de apáticos. Para os homens, parecia apenas
uma máquina de fazer sexo e não se importavam se ela era maluca ou não.
Passava a vida a dançar, a namorar e beijar. Mas, salvo raras exceções,
na hora agá sempre encontrava forma de sumir e deixar todo mundo na
mão."
Essas são algumas obras do velho safado, que são bastante conhecidas e admiradas pelo público. Há várias citações disponíveis na internet, caso alguém não queira, por agora, ler algum de seus livros. No Facebook temos páginas como: H. Charles Bukowski - BRASIL, Charles Bukowski Brasil, Diário de um Velho Safado e Velho Bukowski. Queria saber se alguém já leu algum de seus livros e que, se possível, compartilhasse o que achou do mesmo.
Uma das características mais marcantes dos filmes do Tarantino, na minha humilde opinião, é a trilha sonora. Em Pulp Fiction, logo no início, já temos uma música pra lá de maravilhosa "abrindo" o filme. Foi aí que me passou pela cabeça: "Gosh, mal posso esperar terminá-lo". Entretanto, a trilha sonora é realmente o que me fez me apaixonar ainda mais por ele, confesso. Tenho um caso de amor com trilhas sonoras que dão uma "vida" ao filme (Não que esse seja um caso em Pulp Fiction, já que ele é extramemente maravilhoso por si só) e sempre dou aloca e vou atrás das músicas para baixar depois. Sendo assim, obviamente, fiz o mesmo com Pulp Fiction e fui atrás das músicas que fazem o filme ainda melhor.
Fiz uma lista de reprodução no You Tube com as músicas que passam durante o filme (A lista está logo abaixo), tem umas que são muito ♡_♡ (Como 'Girl, You’ll Be a Woman Soon – Urge Overkill', impossível não lembrar da Mia com essa música, gente), outras eu não curto muito já que tem diálogos e tal.
As músicas do vídeo são:
1. Pumpkin and Honey Bunny (Diálogo)/Misirlou – Dick Dale, Amanda Plummer, Tim Roth
2. Royale With Cheese – Samuel L. Jackson, John Travolta
3. Jungle Boogie – Kool & the Gang
4. Let’s Stay Together – Al Green
5. Bustin’ Surfboards – The Tornadoes
6. Lonesome Town – Rick Nelson
7. Son of a Preacher Man – Dusty Springfield
8. Zed’s Dead, Baby [Diálogo] – Centurian, Maria De Medeiros, Bruce Willis
9. Jack Rabbit Slims Twist Contest (Dialogue)/You Never Can Tell – Chuck Berry, Jerome Patrick Hoban
10. Girl, You’ll Be a Woman Soon – Urge Overkill
11. If Love Is a Red Dress (Hang Me in Rags) – Maria McKee
12. Bring Out the Gimp (Diálogo)/Comanche – Peter Green, , Duane Whitaker
13. Flowers on the Wall – The Statler Brothers
14. Personality Goes a Long Way [Diálogo] – Samuel L. Jackson, John Travolta
15. Surf Rider – The Lively Ones
16. Ezekiel 25:17 [Diálogo] – Samuel L. Jackson
Ainda tem a faixa bônus que vem no dvd de colecionador(?), porém não achei necessário colocá-las aqui. Para escutar a lista de reprodução, clique aqui.
Quem me conhece sabe como sou apaixonada por aplicativos, especialmente os de fotografia. Sabe quando você não costuma mais gostar de algo que já gostou bastante há um tempo? Pois é, sou exatamente assim com os filtros disponíveis no Instagram. Eis que a melhor alternativa pra quem não os curte mais: Baixar apps de fotografia.
Já baixei vários, vários mesmo, apps relacionados a fotos. Desde os horripilantes (Sério, gente, como podem fazer um app com efeitos tão grotescos? Chega dá vontade de chorar quando você vai testá-lo em alguma foto) até os mais adoráveis, que são os que vou indicar nessa pequena lista de três aplicativos. Até onde eu sei, eles são disponíveis pro iOS, mas quem tem Android pode pesquisar e ver se encontra, não é?! Ou sugerir alguma dica alternativa pros androidianos. Enfim, vamos a minha mini lista, porém maravilhosa:
VSCO Cam: O primeiro da lista, sabem por quê? É o primeiro e único app que realmente me agradou em TUDO. Sério, gente, eu olhava as fotos de alguns instagramers e ficava meio: "Oh, gente, como pode?" Eis que um dia convenci a minha amada e querida mãe (oi) a comprá-lo pra mim. Tem tudo, tudo mesmo. São dez filtros maravilhosos (Três em P&B e o resto coloridos, digamos), além de que você pode mudar o contraste, exposição, aplicar ruídos etc. É realmente muito bom e vale a pena, já que só custa USD 0,99.
After Glow: Assim como o VSCO Cam, encontrei o After Glow através de alguns instagramers que acompanho. Ele também é realmente maravilhoso e possue mais filtros bases (É assim o nome?) que o app que indiquei antes. Ah, e você pode colocar a foto redonda, quadrada, dentro de um triângulo etc. Esse também custa USD 0,99.
Fisheye: Por último e não pior, encontrei um app fisheye que é adorável. Bom, eu sou louca por fotografias analógicas feitas com as lomo fisheyes, assim como gosto bastante das fotos que são feitas com esse tipo de lente para iPhone. Porém, infelizmente, ainda não tenho a lente, logo me recorro a apps. Eis que encontrei esse que é um amor e não fica um efeito fake, sabe? É realmente maravilhoso. Para facilitar vocês (Porque, ao digitar "fisheye" na app store, pode aparecer vários outros), esse(Vai a versão paga mesma porque não consegui encontrar a versão free, então é só pesquisar esse novo na loja que deve aparecer) é o link para baixar. Ah, o melhor de tudo é que ele não é pago.
Bom, esses são os meus três apps de fotografia favoritos. Eles são muito bons e valem a pena, podem confiar. Quem quiser ver algumas fotos, sempre os uso em minhas fotos do Instagram, /cristianesilva. Ah, gostaria de saber os que vocês curtem também e, caso queiram, mais pra frente posso fazer mais posts desse tipo, inclusive pra quem tem Android.